este é apenas um exemplo de postagem, embora se refira a uma situação real e concreta:
entrou em vigor o novo RRAE que altera o anterior
é o DL 96/2008 e altera o anterior 129/2002
Refiro que a maior alteração é esta:
a correcção deixa de ser 10Log (A/A0) mas passa a ser 10log (T/T0)
isto significa que para a correcção, passa a ser tido em conta o tempo de revebração em vez da área de absorção sonora.
para efeitos de estimativa do desempenho acústico, julgo que se deve aplicar a fórmula constante no livro do engº jorge patricio, pag 286, ficando deste modo
10log(0,32V/S), sendo V o volume e S a superficie de fachada.
terça-feira, 1 de julho de 2008
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2 comentários:
Olá Nuno, Parabéns!
Pela ideia, mas acima de tudo pelo trabalho!
Manter um bicho destes (blog) dá o seu trabalho,
presumo que não tens cão para levar à rua :)
Feitos os elogios, passo directamente à acústica propriamente dita.
Não entendi a tua referencia ao “10log(0,32V/S)” em função da nova legislação.
Consultando a pista que deste (Patrício (2007: 286)) para edifícios de habitação Ao=32V/S.
Porém a nova legislação, não considera o A nem o Ao mas antes o T e o To. Certo?
Por isso pensei que sendo o To=0,5 (já referido pelo citado na pág. 285), só nos restava calcular o T, pelo método de Sabine, por exemplo - isto é considerando o Volume mas também os coeficientes de absorção dos materiais , etc.
O que me dizes???
Estou mesmo baralhado !!!
Será que poderemos continuar a estimar os isolamentos com base nas áreas de fachada, introduzindo uma correcção com o Tempo de Reverberação e depois ignorar os coeficientes de absorção dos materiais aplicados no espaço?
Fica aqui a minha dúvida.
E mais uma vez parabéns!
Ola caro Henrique! Obrigado pelos elogios, mas sendo a primeira vez q criei um blog, até axei bastante simples lol!
Não tenho cão, mas dado q adicionei todos como administradores, julgo que todos podem publicar na “ 1ª pagina” (espero eu... será q alguém pode tentar??lol). Assim, espero que este espaço seja de todos para “postarem” quando kiserem. Com isto julgo q todos podemos partilhar responsabilidades lol!
Quanto ao DnT,w, a minha convicção é a seguinte:
Tal como no método anterior (Dn,w) havia um processo para a medição in situ, e outro para a estimativa.
In situ: 10log (A0/A) em q A era a área de abs sonora equiv. do compartimento (Pag74)
Estimativa: 10log(A0/S) onde S era a área de fachada.
No novo método, parece-me q se passa exactamente a mesma coisa:
In situ: 10log (t/t0) em q t é o tempo de revebração medido e t0 = 0,5s
Estimativa: (pelo sabine, como forma de obter o tempo de revebração em método de previsão)
Modelo de sabine: 0,16V/A
Substituindo....
10log(t/t0) =
= 10Log((0,16V/A)/0,5)=
= 10Log(0,32V/A)
Tal como no método anterior, este A deve ser substituído pela área da parede, ficando
10 Log(0,32V/S).
Parece-me q é assim nos métodos de estimação para os compartimentos referidos na pag286. O facto de nem todas as formulas serem iguais nesta pag, parece-me devido ao facto de serem usados métodos diferentes do sabine (como milligton- pag130) por serem mais adequados a cada caso especifico.
No entanto, nos casos em que haja efectivamente um cálculo para o Tr, talvez dê resultados mais fiáveis. não sei :P
Ag percebes pq sinto q não sei nada de acústica?? Lol! Tou todo baralhado :P
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